O agronegócio brasileiro enfrenta o dilema de aumentar a produção sem comprometer recursos naturais como solo, água e biodiversidade. Além disso, há um cenário cada vez mais evidente de finitude de recursos, que exige pensar no amanhã ao mesmo tempo em que se preserva e impulsiona a produção de hoje. Embora a agricultura regenerativa esteja em ascensão, muitos produtores ainda a enxergam como algo distante ou abstrato. Nesse contexto, a imprensa exerce papel decisivo: traduzir, legitimar e dar voz às experiências reais do campo. Assim, o principal desafio da ORÍGEO era transformar o conceito da agricultura regenerativa em uma causa próxima, legítima e de alto impacto para o produtor rural e para toda a cadeia do agronegócio. Isso inclui também o compromisso de criar estratégias para comunicar e envolver toda a cadeia nessa missão. Para isso, não bastava lançar uma websérie: era fundamental criar credibilidade institucional e amplificação pela imprensa, construindo reputação junto a formadores de opinião e posicionando a marca como protagonista na transição para práticas sustentáveis. A presença em veículos de credibilidade e a interação direta com jornalistas e comunicadores eram passos indispensáveis para que a narrativa da Rota Regenerativa fosse consolidada como um movimento do agro brasileiro.
Dessa forma, o objetivo geral foi:
Consolidar a ORÍGEO como voz institucional e parceira estratégica do agro sustentável, por meio de uma estratégia robusta de imprensa e comunicação corporativa que desse visibilidade ao lançamento da websérie Rota Regenerativa, criasse relacionamento com jornalistas de referência e ampliasse a confiança no conceito de agricultura regenerativa, mostrando também como a websérie, idealizada pela ORÍGEO e a Bunge, busca inspirar, educar e engajar toda a cadeia produtiva ao apresentar histórias reais de práticas regenerativas em diferentes culturas, revelando os benefícios ambientais como recuperação do solo, redução de emissões, diversificação de cultivos, além de abrir novas oportunidades de mercado sustentáveis.
Para isso, o Público-alvo da ativação foi composto por jornalistas, comunicadores e influenciadores especializados no agronegócio, responsáveis por pautar e difundir informações relevantes para o setor em diferentes regiões do Brasil. A ação também alcançou veículos de imprensa nacionais e regionais, ampliando o diálogo com produtores rurais, técnicos, consultores e formadores de opinião ligados ao agro. Além disso, foi fundamental expandir a comunicação para além do público tradicional do agronegócio, levando as informações importantes sobre agricultura regenerativa também para canais e ambientes urbanos, aproximando a proposta do movimento da crescente demanda dos consumidores por produtos sustentáveis. Dessa forma, a estratégia permitiu que a mensagem da Rota Regenerativa fosse legitimada por vozes de credibilidade, impactando diretamente os multiplicadores de informação e, de maneira indireta, todo o ecossistema agrícola interessado em inovação, sustentabilidade e produtividade. Esse ecossistema foi fortalecido por uma atuação em conjunto com outros parceiros da cadeia de valor, reforçando a amplitude e a legitimidade da iniciativa.
A ação teve com objetivos específicos reforçar a credibilidade da ORÍGEO e da Bunge junto aos produtores rurais e formadores de opinião, demonstrando o compromisso de ambas com a sustentabilidade no agro; estimular uma cobertura qualificada da imprensa sobre o lançamento da websérie Rota Regenerativa, garantindo consistência e legitimidade na divulgação do tema; engajar comunicadores, jornalistas e influenciadores na causa da agricultura regenerativa, ampliando a sua relevância no debate público; e, por fim, fortalecer a reputação institucional da ORÍGEO, mostrando que as marcas não querem apenas falar sobre sustentabilidade, mas agir de fato, incentivando toda a cadeia produtiva a adotar práticas mais responsáveis e entregando resultados que possam ser vistos na prática. A websérie foi a forma de tornar isso concreto, contando histórias reais que mostram como a agricultura regenerativa pode trazer benefícios para o campo, para as pessoas e para o meio ambiente.